Karla Kamurat

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Últimas notícias<p>Conheça os livros e revistas publicados na área de enfermagem e da saúde. <br>saiba mais »<p>Conheça boas práticas nacionais e …

Uma hora de exercício pode neutralizar efeito de muito tempo sentado

RIO - Os malefícios de passar muito tempo sentado podem ser compensados com uma hora de atividades por dia. Em estudo publicado na Mayo Clinic …

Médico britânico prega semana de quatro dias de trabalho para combater o estresse

LONDRES - Um importante médico britânico deu entrevista ao jornal “Guardian” defendendo a adoção de uma semana de trabalho de quatro dias para …

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Cientistas afirmaram neste domingo (22) ter descoberto como o estresse crônico leva a ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais (AVCs): …

Cientistas descobrem ligação entre estresse e doenças cardíacas

RIO - Que o estresse pode levar a complicações cardíacas e até ao infarto, todos já sabem. Mas agora os cientistas da Escola Médica de Harvard em …

Depressão aumenta risco de insuficiência cardíaca em 40%

NORUEGA - Depressão em níveis que vão de moderado a grave aumenta o risco de insuficiência cardíaca em até 40%, aponta um novo estudo norueguês que …

Pré-hipertensão aumentaria risco de derrame A pressão alta é uma vilã conhecida em casos de derrame. Agora, um estudo chinês publicado no periódico científico Neurology mostra que até mesmo quem ainda não pode ser considerado hipertenso (mas está quase lá) corre um risco maior de ter acidentes vasculares cerebrais. Segundo a análise de 19 estudos com mais de 760 mil pessoas, a probabilidade de sofrer um derrame chega a ser 66% maior para os pacientes com a pressão entre 120/80 mmHg e 140/90 mmHg, a chamada pré-hipertensão. Para evitar a evolução do quadro e, melhor ainda, sair desse estágio de pré-hipertensão, procure manter uma dieta equilibrada e praticar exercícios físicos.

Pessoas jovens também têm dificuldade para se recuperar de um derrame É comum ouvir por aí que indivíduos com menos idade teriam mais facilidade para enfrentar problemas graves de saúde. Mas, de acordo com um estudo publicado no periódico Stroke, quando se trata de um acidente vascular cerebral (AVC), infelizmente a recuperação total não é 100% garantida. Na pesquisa, cientistas da Universidade Radboud, na Holanda, avaliaram 722 pacientes que sofreram um derrame quando tinham entre 18 e 50 anos. Após acompanhá-los por quase uma década, os especialistas notaram que um terço deles apresentava um nível moderado de incapacidade, exigindo auxílio de outras pessoas para realizar certas atividades. Constatou-se ainda que o índice de dependência variava segundo o tipo de AVC que o voluntário havia tido. Quem encarava mais dificuldades eram as vítimas do derrame hemorrágico (aquele em que uma veia se rompe e o sangue invade o cérebro): 49,3% contavam com alguma sequela e 18,2% não conseguiam viver de forma independente. Para os líderes da investigação, esse trabalho é importante porque demonstra que os mais jovens também podem sofrer os efeitos do derrame por um tempão — e tanto os pacientes quanto seus familiares devem estar cientes disso. Sem falar que prevenir o quadro é fundamental. Por isso, mantenha-se longe de hábitos como fumar e fique de olho em sua pressão arterial, no seu peso e na sua alimentação.

Acessos de raiva podem provocar derrame e ataque cardíaco Após analisar o resultado de nove estudos publicados entre 1996 e 2013, pesquisadores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, concluíram que explosões de raiva elevam a probabilidade de o indivíduo sofrer, duas horas depois, um acidente vascular cerebral (AVC) ou um piripaque no coração. De acordo com o trabalho, publicado no European Heart Journal, o risco é maior se os episódios de estresse acontecerem todos os dias e estiverem associados, ainda, a males cardiovasculares. Por isso, se você costuma perder a linha facilmente e já passou por um infarto ou um AVC, é bom ficar mais calmo. Os autores do estudo de Harvard ponderam que não é possível apontar os mecanismos decorrentes dos acessos de raiva que levariam a esses problemas. Mas a hipótese considerada por eles já é bastante conhecida entre os especialistas: o estresse aumentaria a frequência cardíaca, elevando a pressão sanguínea e a resistência dos vasos. Com isso, a circulação ficaria prejudicada, abrindo portas para a formação de coágulos e processos inflamatórios, o que provocaria derrame, infarto ou arritmia.

Ataques de raiva aumentam riscos de infarte e derrame, diz estudo

EUA - Ter um ataque de raiva pode elevar o risco de infarto ou um derrame, revela uma nova pesquisa publicada na revista científica “European Heart …

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A venda de tranquilizantes da classe dos benzoadiazepínicos (como Rivotril, Valium e Lexotan) aumenta a cada ano no Brasil, na contramão do que …

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Impulsividade, inquietude e desatenção, sintomas associados ao TDAH (Transtorno do Deficit de Atenção e Hiperatividade), podem ser o resultado de um …

Mais estresse, mais dor de cabeça Muita gente já desconfiava, mas um estudo feito por pesquisadores da Universidade Duisburg-Essen, na Alemanha, constatou: estresse dá mesmo dor de cabeça. Ao longo de dois anos, as 5 159 pessoas analisadas foram questionadas sobre seus níveis de tensão — para isso, eles usavam uma escala de 0 a 100 — e o número de vezes em que tiveram crises de cefaleia. Entre os voluntários que alegaram sentir uma dor de cabeça tensional, aquela que afeta os dois lados da cabeça, os níveis de estresse ficaram entre 52 e 100. Entre os que tiveram enxaqueca, caracterizada por uma dor pulsante de um só lado do crânio, os números chegaram à faixa de 62 a 100. Já os indivíduos que relataram sofrer com esses dois tipos de incômodo apontaram que o estresse superava a marca de 59. Depois dessa confirmação, a dica é arrumar maneiras de amenizar a tensão diária para, assim, evitar as crises.

Estudo associa danos mentais ao estresse

EUA - Um novo estudo publicado na revista Nature verificou que o estresse pode contribuir para mudanças na composição das células do cérebro de …

Fibrilação atrial cresce no mundo todo e preocupa autoridades Caracterizada por frequência cardíaca irregular, palpitações, fadiga e falta de ar, a fibrilação atrial (FA) atinge cada vez mais pessoas pelos quatro cantos do mundo. Num estudo encomendado pela Organização Mundial da Saúde, cientistas da americana Universidade de Washington revisaram os achados de mais de 1 700 investigações realizadas sobre o assunto. A conclusão foi que 33,5 milhões de pessoas têm FA, o equivalente a 0,5% da população global. O aumento de casos ao longo das últimas décadas também ficou evidente: em 1990, a doença afetava 570 homens e 360 mulheres a cada 100 mil habitantes. Em 2010, esse número saltou para 596 neles e 373 nelas. Os órgãos globais já tratam a fibrilação atrial como um sério problema de saúde pública.

Molécula do exercício protege corpo de doenças metabólicas

MASSACHUSETTS - Uma molécula produzida durante a atividade física pode estar ligada aos vários benefícios atribuídos ao exercício. De acordo com uma …