Kaio Henrique

16 Flips | 2 Magazines | @kaiohs | Keep up with Kaio Henrique on Flipboard, a place to see the stories, photos, and updates that matter to you. Flipboard creates a personalized magazine full of everything, from world news to life’s great moments. Download Flipboard for free and search for “Kaio Henrique”

EXAME

São Paulo – Para quem quer seguir <b>carreira</b> pública, veja os <b>concursos</b> públicos com inscrições abertas. As <b>oportunidades profissionais</b> estão espalhadas …

La Blogothèque: Tulipa Ruiz, Pethit e Dom : Música Pavê

Continuando a série <i>Arua Amúsica</i>, só com artistas brasileiros, o site francês <b>La Blogothèque</b> lançou suas gravações com <b>Tulipa Ruiz</b>, <b>Thiago Pethit</b> e, …

Blog do Julio: A Alemanha está aí; é só copiar

<b>Ninguém gosta de ver os conterrâneos humilhados. Pessoas tristes, chorando, cabisbaixas. O que aconteceu no Mineirão nesta terça-feira toca fundo o coração de quem tem sentimentos. Quando o brasileiro enxugar a lágrima, lavar o rosto e sacudir a poeira, talvez perceba que o que aconteceu era</b> …

EXAME

<b>1. Quero Matar Meu Chefe</b> <i>zoom_out_map</i><p><b>1</b>/9 (Divulgação)<p>São Paulo – Estreou nesta sexta-feira (05/08) a produção norte-americana “Quero Matar Meu Chefe” …

Seis bandas que você precisa ouvir em 2014

Depois de um ano musicalmente intenso, 2014 deu as caras. É hora de olhar adiante e <b>preparar bem os ouvido</b>s para o que vem por aí na cena alternativa …

Receita de Filé mignon ao vinho e molho de queijo

<b>Ingredientes</b><p>750g de filé mignon cortado em bifes<br>• Sal e pimenta a gosto<br>• 1 xícara (chá) de cogumelos cortados bem finos<br>• 1/2 xícara (chá) de óleo<br>• 1 xícara …

"Corrupção e cultura". Por Ruy Fabiano Imagine-se que o próximo Congresso (neste não há mais tempo) empreenda, enfim, a reforma política profunda que tantos pregam há tantos anos, em busca de moralizar essa atividade que Aristóteles via como inseparável da ética e Platão-Sócrates como a mais nobre atividade humana. Embora não se saiba exatamente de que constaria, continuemos a imaginar, já que, segundo Millôr Fernandes, “livre pensar é só pensar”. Implanta-se a democracia nos partidos, abolindo-se a figura do cacique; estabelece-se o voto distrital (puro ou misto); extinguem-se as suspeitas urnas eletrônicas; proíbe-se a difamação do candidato concorrente; regulariza-se o financiamento de campanha, com uma fórmula que iniba o caixa dois etc. Citei aleatoriamente alguns pontos. Há outros. Inclua-os o leitor. Permanece a dúvida: mudaria muita coisa? A corrupção eleitoral, fonte, segundo disse Dom Pedro II, numa reunião ministerial em 1870 (143 anos atrás!), “de todos os nossos males”, acabaria? Considerando-se que a corrupção está no ser humano, que, mais que um delito, é uma cultura, a resposta é obviamente negativa. Alguma brecha surgiria, a ensejar novos pleitos por nova reforma, numa escala infinita, que acabaria por disseminar mais descrédito, a alimentar novas ilusões tirânicas. Se a lei fosse suficiente para abolir o delito, viveríamos no melhor dos mundos. O cidadão que aceita pagar menos por uma consulta médica se dispensar o recibo – crime contra o fisco - é o mesmo que blasfema contra a política e os políticos. Quando está no limite de sua paciência, chega a ir às ruas com cartazes, mas não reclama a nota fiscal no posto de gasolina, pois sabe que o frentista, instruído para não oferecê-la, demorará a providenciá-la, com visível má vontade. Idem nos restaurantes. Ultrapassa os sinais vermelhos de trânsito e a velocidade máxima permitida quando longe dos pardais e, se flagrado, não hesita em dar um agrado ao guarda para poupá-lo. São delitos cotidianos, que nem mais são vistos como tais, de tal forma estão arraigados na cultura nacional. Quando em férias num país do primeiro mundo, não ousa jogar papel no chão, mas aqui nem lhe passa pela cabeça procurar uma lixeira. Resultado: não obstante sermos a sexta ou sétima economia do mundo, figuramos como lanterninhas em qualidade de vida e educação. E ostentamos um índice de criminalidade (50 mil assassinatos por ano há mais de uma década!) de guerra civil. Nossos artistas vociferam contra a censura, mas, na hora de dar o exemplo, pedem proibição das biografias não autorizadas, em nome da privacidade. E apoiam a ação de criminosos black blocks, em passeatas com fins aparentemente pacíficos. Querem democracia, mas apontam Cuba como modelo de regime a ser seguido. Demência ou má fé? Provavelmente, ambas. Leia a íntegra no blog: http://goo.gl/941uw1