Lilian Fernandes

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10 Abs Exercises Better Than Crunches

10 abs exercises for women that are so much better than crunches.<p>If you still think that doing crunches will score you amazing abs, you're in for a rude awakening. Flattening your belly requires multi-muscle exercises that target all the regions of your core—upper and lower abs, obliques, …

by SR

Ignorância fundamental No momento em que Sidarta [Buda] não encontrou nenhum “eu”, também não encontrou nenhum mal inerentemente existente — apenas ignorância. Especificamente, ele contemplou a ignorância de se criar uma etiqueta onde se lê “eu”, colá-la em um fenômeno composto totalmente sem fundamento, injetar aí importância e agonizar na proteção disso. Essa ignorância, ele descobriu, leva diretamente ao sofrimento e à dor. Ignorância é simplesmente não conhecer os fatos, ter os fatos errados ou ter conhecimento incompleto. [...] Qualquer coisa que fazemos, surgida dessa ignorância é especulativa. Quando agimos sem compreensão ou com compreensão incompleta, não há base para a confiança. Nossa insegurança básica surge, e cria todas essas emoções, com ou sem nome, reconhecidas ou desconhecidas. Dzongsar Khyentse Rinpoche, O ego é como sua sala O ego é como a sua sala, uma sala com uma vista, com a temperatura e os odores e a música que você gosta. Você a quer da sua maneira. Você apenas gostaria de um pouco de paz, um pouco de felicidade, sabe, apenas para “dar um tempo”. No entanto, quanto mais você pensar assim, tentando ajustar a vida para que ela sempre se adeque a você, quanto mais você temer outras pessoas, mais crescerá o que está fora de sua sala. Em vez de se tornar mais tranquilo, você começa a fechar as cortinas e a trancar a porta. Quando você sai, a experiência se torna mais e mais desconfortável e conflitante. Você se torna mais hiper-sensível, mais temeroso, mais irritadiço do que nunca. Quanto mais você tentar ajustar as coisas à sua maneira, menos você se sentirá em casa. O Não Eu No centro dos ensinamentos de Buda está a doutrina do anatman, ou “não-eu”. Ela não nega que a noção de um “eu” funcione no cotidiano do mundo. De fato, precisamos de um ego sólido e estável para atuar na sociedade. Contudo, o “eu” não é real no sentido último. É um “nome”: uma construção fictícia que não guarda nenhuma correspondência com o que existe de verdade. Devido a essa separação todos os tipos de problemas surgem. Uma vez que nossas mentes criaram a noção do “eu”, ele se torna nosso ponto de referência central. Nos apegamos e nos identificamos com ele totalmente. Tentamos atender ao que parecem ser o seus interesses, defendê-lo contra ameaças reais ou ilusórias. E procuramos auto-afirmação a todo momento: confirmação de que existimos e somos valorizados. O Nó Górdio das preocupações que surgem de tudo isso nos absorve exclusivamente, às vezes ao ponto da obsessão. Este é, contudo, um estreito e apertado modo de ser. Embora não possamos ver quando estamos em meio às convoluções do ego, há algo em nós que é muito maior e profundo: um jeito de ser totalmente diferente. Pema Chodron: No budismo, chamamos a ideia de ter uma identidade fixa de “fixação no ego”. É o modo como tentamos estabelecer um chão sólido sob nossos pés, em um mundo em constante transformação. A prática da meditação começa a erodir essa identidade fixa. Ao meditar, você começa a se ver com mais claridade, e percebe o quão apegado está a suas opiniões sobre si mesmo. Com frequência, o primeiro golpe na identidade fixa é precipitado por uma crise. Quando as coisas desmoronam em sua vida, você sente como se todo o mundo estivesse se desfazendo. Mas na verdade é sua identidade fixa que está desmoronando. E, como Chögyam Trungpa costumava nos dizer, isso é motivo para comemorar. Quando alguém nos culpa, como reagimos? Quando perdemos algo, como reagimos? Quando sentimos que ganhamos algo, como reagimos? Quando sentimos prazer ou dor, é simples assim? Sentimos apenas o prazer ou a dor, ou há todo um encarte que vem junto? Quando ficar curioso sobre essas coisas, olhe para elas, veja quem somos e o que fazemos, com a curiosidade de uma criança nova: o que parecia um problema se torna uma fonte de sabedoria. De modo bem único, essa curiosidade começa a desenraizar o que chamamos de dor do ego ou centramento egoísta, e vemos mais claramente.

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