Igor Guimasi

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Julgamento do mensalão não valeu nada? - ISTOÉ Independente

O mais rumoroso caso de corrupção já julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) viverá nos próximos dias um capítulo de incertezas e embates, capaz …

Gabriel Dalalio, o estagiário de Zuckerberg

<b>Como você conseguiu a vaga de estágio?</b><p>Ouvi falar através de amigos. Fiz os testes pela internet: uma entrevista com o RH e duas atividades técnicas. …

Curta se você também tem esse desejo!

Criança de 1 ano morre devido à gripe H1N1 no litoral de SP - 27/04/2013 - Cotidiano - Folha de S.Paulo

Publicidade<p>Uma criança de um ano morreu ontem (26) em São Vicente (no litoral de São Paulo) após contrair a gripe H1N1. Esse é o primeiro óbito …

Ministro Bezerra Coelho (PSB) pode virar petista

Integrantes da cúpula do PSB já veem como certa a saída do ministro Fernando Bezerra Coelho (Integração Nacional) do partido. O pernambucano vem …

Mercadante descarta candidatura em SP - Política - Estadão

Com a intervenção do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da presidente Dilma Rousseff, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou …

Governo de SP – Mercadante desiste; balança no PT pende para Padilha porque Lula detesta Cardozo | Reinaldo Azevedo

Leio na <b>Folha</b> que o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anuncia que não será candidato ao governo de São Paulo. Sim, sempre é prudente a gente …

Boeing 787 faz 1º voo após problemas com superaquecimento de bateria

<b>O avião Boeing 787 fez neste sábado o primeiro voo com passageiros desde a suspensão das viagens com o modelo determinada por causa do superaquecimento das baterias.</b><p>O voo da Ethiopian Airlines decolou da capital da Etiópia, Adis-Abeba, e pousou duas horas depois na capital do Quênia, Nairóbi.<p>As …

"Minha casa no país do carro zero". Por Sérgio Magalhães Preocupada com a qualidade de obras do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), a presidente Dilma Rousseff declarou: “Eu não fui eleita para dar casa de qualquer jeito para a população.” É de meados do século passado que data a grande expansão demográfica e de ocupação territorial que caracteriza o Brasil de hoje. Foram as cidades que suportaram o crescimento populacional e proporcionaram grandes melhoras nos indicadores sociais. Em setenta anos, os moradores em cidades passaram de 12 milhões para 170 milhões. E os domicílios urbanos, que eram 2 milhões, passaram a 50 milhões, multiplicando 25 vezes. Hoje, 85% dos brasileiros vivem em cidades. E como foram construídas as moradias para essa população? Foram construídas pelo próprio povo, na precariedade que a falta de recursos impõe. Daí, expressiva parcela morando em condições irregulares, em favelas e em loteamentos sem infraestrutura adequada. De fato, 80% dos domicílios foram erguidos exclusivamente com a poupança familiar, sem financiamento algum. Isto, apesar de, desde os anos 1940, o governo ter assumido a responsabilidade de prover a moradia popular. Através de programas habitacionais que se sucedem, seja o dos IAPs, da Casa Popular, do BNH, do Minha Casa Minha Vida, são os governos os protagonistas. Mudaram os regimes, ditadura, democracia, ditadura, democracia — mas o modelo permanece o mesmo. É o governo que diz onde e como o povo deve morar. Diferentemente do que ocorre com os automóveis, para os quais há crédito direto, abundante, a juro zero, e o interessado escolhe o que quer, no caso da casa popular é o governo que escolhe. Escolhe a tipologia a construir, escolhe onde e quem constrói, e detém o monopólio do financiamento. Mas, nestes setenta anos, promoveu apenas 20% das moradias urbanas — somando tudo que foi construído por todos os governos, em todas as instâncias, mais o que foi financiado pelo BNH, Caixa e todos os bancos privados. Ou seja, a família brasileira construiu, sozinha, quarenta milhões de domicílios, enquanto a soma de todas as políticas habitacionais alcançou dez milhões. O MCMV é um esforço importante. Mas é mais do mesmo. Atingindo as metas, construirá 3,4 milhões de moradias em 8 anos, enquanto no período o país terá construído 12 milhões. Como? Tal como antes, na dificuldade, na precariedade, na irregularidade. O governo não precisa dar casa para o povo. Sobretudo “de qualquer jeito” — a má qualidade inclui a má localização. Basta que não monopolize os recursos e as decisões. Que o cidadão seja considerado apto a decidir onde e como morar. E que o crédito lhe seja assegurado, tal como o é para comprar um automóvel. (O subsídio do MCMV é importante, é um avanço que precisa ser preservado.) Certamente, teremos obras com preços menores e melhor qualidade. A presidente Dilma, se assim for, não dará casa, mas oferecerá a oportunidade de moradia para todos. Se o povo fez as cidades apenas com a própria poupança, com a participação da poupança coletiva fará cidades muito melhores. Sérgio Magalhães é arquiteto.